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Tabela Periódica Interativa
Explore os elementos químicos e suas propriedades. A tabela está organizada em ordem crescente de número atômico (Z), e sua posição indica o grupo, o período e tendências como raio atômico e eletronegatividade.
Toque ou clique em um elemento para ver seus dados, propriedades e informações importantes para o ENEM.
- Metais alcalinos
- Metais alcalino-terrosos
- Metais de transição
- Outros metais
- Semimetais
- Não metais
- Halogênios
- Gases nobres
- Lantanídeos
- Actinídeos
- Número Atômico
- Massa Atômica
- Configuração Eletrônica
- Grupo
- Período
- EN (Pauling)
O que mais cai no ENEM
A Tabela Periódica quase nunca é o tema principal da questão. Em 394 itens oficiais de Ciências da Natureza (2017–2025), apenas quatro pedem diretamente a leitura da tabela. A maior parte da Química aparece em temas como funções orgânicas, eletroquímica e processos químicos — sem exigir que você decore os 118 elementos.
Não comece decorando 118 fichas. Aprenda a usar a tabela como ferramenta. Toque nos elementos acima e use o cartão de cada um para conferir os valores.
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Compare quem atrai mais os elétrons.
Essa propriedade é a eletronegatividade: quanto maior o valor, maior a tendência do átomo de atrair os elétrons de uma ligação. No cartão, o número aparece como EN (Pauling).
Toque no flúor: ele tem a maior eletronegatividade da tabela. Depois, toque no potássio: seu valor é baixo.
Na tabela, a eletronegatividade tende a aumentar para a direita e para cima.
Quanto maior a diferença de eletronegatividade entre dois átomos, maior tende a ser o caráter iônico da ligação.
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Mesma coluna, propriedades semelhantes.
Elementos do mesmo grupo — a mesma coluna — tendem a apresentar propriedades químicas semelhantes.
Nióbio (Z = 41) e tântalo (Z = 73), por exemplo, pertencem ao mesmo grupo e já foram relacionados em questão por essa semelhança.
Se a questão disser que dois elementos têm propriedades parecidas, procure o grupo. Não se deixe levar apenas pelo número atômico.
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Reconheça as exceções.
Os gases nobres ocupam a última coluna e apresentam baixa reatividade em condições comuns.
Mas o enunciado pode mostrar uma exceção. Em XeF₂, por exemplo, o xenônio participa de uma estrutura com octeto expandido. O ENEM já cobrou essa situação.
Se o enunciado mostrar a exceção, não force a regra. Use as informações fornecidas.
Essas são as ideias que vale a pena treinar: grupos, tendências e exceções. Flúor, potássio, xenônio e nióbio/tântalo já apareceram, mas o que se repete é a regra — não a lista de elementos.
Como ler a tabela
A posição de um elemento já traz informações importantes.
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Grupo = coluna.
São as 18 colunas da tabela. Elementos do mesmo grupo tendem a apresentar propriedades químicas semelhantes.
A IUPAC usa a numeração 1 a 18. A notação 1A a 8A, ainda comum na escola, é outra forma de identificar os grupos dos elementos representativos.
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Período = linha.
São as 7 linhas da tabela. O número do período corresponde ao número de camadas eletrônicas ocupadas no estado fundamental.
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Um caso especial: o hidrogênio.
O hidrogênio aparece no grupo 1 por ter configuração eletrônica 1s¹, mas é não metal, não um metal alcalino.
Toque no H e confira o cartão: grupo 1, classificação não metal.
Quadro das tendências
Em muitas questões, você não precisa decorar valores. Basta saber para onde cada propriedade aumenta ou diminui.
| Propriedade | → No período | ↓ No grupo | Maior tendência |
|---|---|---|---|
| Raio atômico | diminui | aumenta | inferior esquerdo |
| Eletronegatividade | aumenta | diminui | superior direito |
| Energia de ionização | aumenta | diminui | superior direito |
| Caráter metálico | diminui | aumenta | inferior esquerdo |
Regra visual. Eletronegatividade e energia de ionização → crescem, em geral, para o canto superior direito. Raio atômico e caráter metálico → crescem para o canto inferior esquerdo.
Para resolver: primeiro localize os elementos na tabela; depois aplique a direção da tendência.
Usos que a prova contextualiza
O ENEM costuma colocar a Química dentro de um contexto. Quando isso acontecer, identifique qual propriedade ou tendência da tabela ajuda a explicar o fenômeno.
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Halogênios, CFCs e ozônio.
Os halogênios pertencem ao grupo 17 e são bastante reativos. Em questões ambientais, a tabela ajuda a identificar a família e suas propriedades; o processo ambiental vem do enunciado.
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Gases nobres.
Pertencem ao grupo 18 e apresentam baixa reatividade. Essa característica explica usos em situações que exigem uma atmosfera pouco reativa.
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Grupo 1 e água.
Os metais alcalinos possuem um elétron de valência e tendem a perdê-lo com facilidade. Isso ajuda a explicar sua elevada reatividade, inclusive com água.
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Ferro.
O ferro pode aparecer em contextos como produção de aço ou processos biológicos. Nesses casos, não presuma que a questão esteja cobrando a posição do elemento na tabela: leia o contexto.
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Enxofre e ácido sulfúrico.
Compostos de enxofre aparecem em processos industriais, incluindo a produção de ácido sulfúrico. Relacione o elemento ao processo apresentado, em vez de decorar uma fórmula isolada.
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Mercúrio e bioacumulação.
O mercúrio pode aparecer em questões ambientais sobre contaminação e bioacumulação. Aqui, conhecer o elemento não basta: é preciso entender o processo descrito no enunciado.
De Mendeleev ao número atômico
Em 1869, Dmitri Mendeleev organizou os elementos conhecidos e deixou lacunas para elementos ainda não descobertos, prevendo algumas de suas propriedades.
Em 1913, Henry Moseley mostrou que o número atômico (Z) era a base adequada para organizar os elementos.
Por isso, a Tabela Periódica moderna é organizada em número atômico crescente.
Para a prova: a posição de um elemento permite identificar seu grupo, seu período e várias de suas tendências.
Para levar para a prova
- Grupo = coluna.
- Período = linha.
- Mesmo grupo → propriedades semelhantes.
- Eletronegatividade → direita e cima.
- Energia de ionização → direita e cima.
- Raio atômico → esquerda e baixo.
- Caráter metálico → esquerda e baixo.
- Maior diferença de EN → maior caráter iônico.
- Gases nobres → baixa reatividade, mas o enunciado pode apresentar exceções.
- O mais importante não é decorar elementos: é saber aplicar as tendências.
Fontes
Perguntas frequentes sobre a tabela periódica
Preciso decorar a tabela para o ENEM?
Não. Em 394 itens oficiais de Ciências da Natureza (2017–2025), só quatro pedem que você leia a tabela. A prova costuma entregar os valores quando precisa. O que vale são três regras: comparar eletronegatividade, reconhecer o mesmo grupo (a prova dá o Z ou um recorte — a tabela inteira não vem) e tratar gás nobre como inerte — até o enunciado mostrar uma exceção.
O hidrogênio é metal alcalino?
Não. O hidrogênio fica no grupo 1 pela configuração eletrônica (1s¹), mas não é metal alcalino. Na tabela da Azimus ele tem a cor de não metal — não a de metal alcalino.
Semimetal vale na prova?
“Semimetal” é rótulo de escola; a IUPAC não oficializa essa classe. O ENEM não cobra a palavra. Use grupo, período e as setas de tendência (eletronegatividade, raio, ionização).
O que mais cai envolvendo a tabela?
Quando a tabela decide o item, treine três regras: comparar eletronegatividade no cartão (EN Pauling; flúor é o extremo), reconhecer o mesmo grupo (nióbio e tântalo; a prova dá o Z ou um recorte) e tratar gás nobre como inerte — até o enunciado mostrar uma exceção (XeF₂, octeto expandido). Não decore 118 fichas.
Gás nobre nunca forma composto?
Não é absoluto. A camada cheia explica a inércia, mas o xenônio forma XeF₂. O ENEM 2019 cobrou 10 elétrons no Xe (octeto expandido).
A prova pede massa atômica de cor?
Não. Massa atômica entra como dado do enunciado quando a questão precisa. Não decore valores de cor nem a tabela inteira de memória.
Qual a diferença entre grupo e período?
Grupo é a coluna (1–18): mesma valência e propriedades parecidas. Período é a linha: número de camadas. A IUPAC numera 1–18; a notação 1A–8A é só tradução escolar.
Como a Azimus chegou nesses números?
Analisamos 394 itens oficiais de Ciências da Natureza do ENEM (2017–2025) e separamos os que exigem a tabela dos que só mencionam um elemento em outro tema, como orgânica ou equilíbrio químico.